quarta-feira, 11 de março de 2020

AMOR, INSTRUMENTO DE DEFESA




O que Newton e Platão têm em comum?

Para o amor, a mesma teoria! São 12 séculos entre os dois e nada mudou, mesmo hoje, decorridos mais quatro séculos.

“Não se pode desejar aquilo que já se possui.” Platão

“Dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço, ao mesmo tempo.” Isaac Newton

Descendo à terra:

Nunca a oferta foi tão abundante. Tem mais homens e mulheres na praça do que táxis. 

Verdade que é preciso garimpar para encontrar algo realmente bom. As aparências são boas, por vezes, ótimas. Alguns parecem recém-apeados do cavalo branco e outras – a julgar pelos divinos “derrière”, eufemismo elegante para bunda-, saídas de os quadrinhos de Zéfiro (vale a pesquisa)-, para a realidade.

Quando a carência aperta – afinal, comer sempre de o mesmo cardápio cansa-, é preciso pedir licença ao celular, e mesmo de rabo de olho, buscar um extra.
A brincadeira é legal, mas perigosa. Vai que pinte alguém, que não era pra, e bagunce tudo.

Aí é que entram Platão e Newton.

Fazer o quê (!?) Quando o inimigo é mais forte...Segredo revelado! É só usá-lo como escudo para tudo o mais que aparecer.

1) Cair fora o mais rápido possível; i.e; não a seco!
2) Manter com carinho o cotovelo dolorido. Quanto mais, melhor.
3) Nos momentos solitários, lançar mão da criatura em questão. Não fisicamente, é claro.
4) Se fraquejar, lembre que nada é para sempre.

 Eterno, só aquilo que não se tem.



Nenhum comentário:

Postar um comentário